Taxa de ocupação de leitos críticos para covid no RN nesta sexta-feira é de 51,9%; Grande Natal registra 53,3% e Oeste 57,6%

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (27). Quanto à taxa de ocupação geral das unidades de saúde, os números no fim da manhã mostram 51,9%. Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 184.

Segundo a Sesap, o Seridó registra 32% dos leitos ocupados, seguido da Região Metropolitana(53,3%); e a região Oeste tem (57,6%) – em destaque como o índice mais alto.

Serra Caiada:Equipe de transição do prefeito eleito Joãozinho é montada

Prefeito eleito de Serra Caiada (3.229 votos), Joãozinho Furtado (PSDB), engenheiro, 34 anos, sobrinho do ex-prefeito Faustinho, sucederá a primeira mulher eleita por dois mandatos consecutivos, Socorro dos Anjos Furtado

Joãozinho monta equipe de transição de governo, para seu primeiro mandato, que será iniciado em janeiro de 2021.

Através da Portaria 300/2020, a atual prefeita, nomeou os integrantes da equipe de transição.

Membros da atual gestão:

Raimundo Regesson Vicente da Silva
– Râmida Raiza de Oliveira
– Débora Daniela Silva da Cruz
– Lucimara Costa
– Francisco Dias
– Audrey Suelen Brito

Membros da equipe do Prefeito Eleito:

– Denilza da Silva do Nascimento
– João Maria Andrade Furtado
– Girleide Serafim Batista
– João Maria Moreira
– Abrahão Allan Miranda
– João Maria Andrade Furtado Filho (Joãozinho)

A equipe de transição irá levantar para o novo Chefe do Poder Executivo, informações necessárias acerca do funcionamento dos órgãos e entidades que compõem a Administração Pública Municipal, bem como preparar os atos de iniciativa da Nova gestão, a serem expedidos imediatamente após a posse.

Os trabalhos da equipe de transição serão iniciados a partir de 30 de novembro (segunda-feira).

Fiocruz: aumento de casos e óbitos de covid-19 deve servir de alerta

Teste de laboratório mostra resultado positivo para novo coronavírus Covid-19

O aumento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil entre 8 e 21 de novembro ainda não pode ser chamado de segunda onda, mas deve servir de alerta para reforçar o sistema de saúde, avalia o Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que foi atualizado ontem (26) com os dados das semanas epidemiológicas 46 e 47. O texto pede atenção na análise dos dados, já que as semanas estudadas sucedem um período em que houve defasagem nos registros, no contexto dos ataques cibernéticos sofridos por órgãos federais.

“Ainda não se pode afirmar que o Brasil vive uma segunda onda da pandemia, mas a inversão da tendência de redução desses indicadores [de casos e óbitos] deve servir como alerta para todo o sistema de saúde, no sentido de reforçar a infraestrutura hospitalar e intensificar ações de atenção primária integrada à vigilância”, afirma o boletim, que reitera a importância de combinar o distanciamento social à realização de testes para a identificação ativa de casos e contatos, com isolamento dos casos e quarentena dos contatos.

A Fiocruz avalia ainda que “a combinação dos problemas no fluxo de dados e o aumento súbito do número de casos deve ser tratada com bastante atenção, pois significa que no momento atual podemos ter um quadro de indicadores que efetivamente não reflete a realidade, agravado pela ausência de testes e de busca ativa de casos e contatos”.

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. Já o número de óbitos sofreu “aumento expressivo” em Roraima (+7,9%), Minas Gerais (+6,6%), no Rio de Janeiro (+10,1%), em São Paulo (+7,7%),  no Rio Grande do Sul (+5,2%) e em Goiás (+7,5%).

A Fiocruz aponta que a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país voltou a crescer e “revela um quadro preocupante”. As taxas mais altas no período ocorreram em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, no Distrito Federal, Paraná, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

A ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva para covid-19, segundo o boletim, continuou em uma tendência de piora, com Amazonas (86%) e Espírito Santo (85,1%) na zona de alerta crítica. A situação piorou na Bahia (61,1%), em Minas Gerais (64,5%), no Rio de Janeiro (70%) e em Santa Catarina (78,1%), e esses estados voltaram para a zona crítica intermediária.