Lilico Vira Petista e Aposta em Aliança com Cadu de Lula para Tentar Sobreviver em Tangará
Sem representatividade política consolidada e com fraco apelo eleitoral no município de Tangará, o ex-vereador Lilico Bezerra, filho de Theodorico Neto, protagoniza mais um capítulo de sua trajetória marcada pelo oportunismo e pelo isolamento. Em uma tentativa de buscar o protagonismo que as urnas e o povo nunca lhe deram, Lilico decidiu selar sua adesão ao Partido dos Trabalhadores (PT) — sigla que carrega a responsabilidade direta pela crise e pela péssima administração da governadora Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.
A jogada expõe a falta de rumo de um grupo que acumula desgaste. Na última eleição municipal em que o PT tentou fincar pé na cidade com candidatura própria à Prefeitura, o resultado foi um verdadeiro fiasco: a chapa petista amargou ínfimos 281 votos (apenas 2,99% dos votos válidos), demonstrando a irrelevância e a rejeição expressiva da sigla junto ao eleitorado tangaraense. O próprio Lilico, que em pleito anterior ensaiou uma candidatura a prefeito, recuou e desistiu da disputa antes mesmo das urnas abrirem — um comportamento típico de quem só se aventura quando enxerga conveniência pessoal e recua ao constatar a ausência total de chances reais de vitória.
Para ilustrar a irrelevância eleitoral da sigla à qual Lilico agora se agarra, os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) escancaram o tamanho da rejeição:
Cayla Rodrigues (Candidata do PT): 281 votos (2,99% dos votos válidos).
O movimento atual, que busca articular uma suposta "terceira via" com o apoio do pai — figura que carrega expressiva rejeição na cidade — e a junção de dissidentes da oposição, nasce natimorto. A população de Tangará reconhece com clareza quem são as verdadeiras lideranças locais: a força política consolidada por Gija e Jorginho, referências tradicionais na cidade.
Ao tentar criar um atalho via PT para se manter em evidência, Lilico Bezerra ignora a realidade das ruas. A união da alta rejeição familiar ao desgaste da gestão estadual petista não constrói uma alternativa viável, apenas reafirma a incapacidade de liderar um projeto político sério e independente em Tangará.